quinta-feira, 28 de maio de 2009

Anjo em Sananda



Não sei mas não quero saber.
Sinto. Escrevo, palavras de amor.
Saudades.Presenças.
Afectos longinquos e perenes,
eternidades do meu sentir.
Rios azuis sem esteiras do tempo.
Mares imaculados, musicas celestiais,
oásis celestes, horizontes de outro plano.
Que se tocam por vezes
e as figuras se desnudam
no corrimento do amor.

Amor sem tempo, amor sem medida,
amor rigoroso por exigente, amado por ti
em cada suspiro desde que nasceste.
Uma pomba nasceu em ti que toca o coração
dos irmãos, e a saudade se mitiga
quando este irmão te afaga como canal
desta energia que não componho.

Vais sentir quando receberes uma imensa paz,
vais ficar ciente por um momento dos homens
que o teu caminho é certo.
Não vais esquecer jamais.
Sabes onde me encontrar,
no teu coração eu habito
e nos abraços de vida que partilhas
com quem te sente e a Mim pressente
nestas páginas que te ajudo a escrever.

Em todas as tuas obras Eu estou querida filha
em todos os suspiros eu sinto a imensidão da tua alma.
As energias renovam-se, o tempo dos homens alicerçado
nos passados que a todos dá um carisma diferente
precisam ser sufragados por esta energia nova.
Acolhe, sente, não exigas, tomas estas gotas de sabedoria
como um oásis de alento no teu deserto de divida.
Ouve a minha voz e escuta a presença
dos meus anjos que te adoram

Anjo em Sananda


Autor Carlos Morais

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